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Ups...

Ainda bem que Deus não me fez encontrar logo o príncipe encantado, e me deixou alguns sapatinhos para experimentar.

Nestes 25 aninhos já pude sentir a paixão, pura e desmedida, talvez até o amor, onde se aguenta tudo e o desejo. Ah, o desejo… que não tem a ver nem com a paixão nem com o amor nem com qualquer outra coisa.
O desejo carnal e irracional, que eu comparo a bolinhas de esferovite “fervilhando” por dentro do corpo (quais borboletas no estômago, qual quê?!). Aquele que nos despe só com o olhar e o cheiro da pele nos tira o juízo. Que coloca todos os nossos valores e a nossa moral em cheque. Onde o “querer” ganha ao “dever”, e bloqueia qualquer pensamento correcto que a nossa mente possa ter. 

Mas o que fazer se o belo par de sapatos estiver num armário que não seja o nosso? Seremos castigadas se dermos uma voltinha sem ninguém saber e o voltarmos a colocar no sítio? Mesmo que sim, a vontade de andar, as vezes é mais forte do que o medo de ser apanhada.
Tautau em mim!!




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