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Ser ou não ser?

Estamos numa altura em que o começo das relações é sempre mais difícil e complicado do que o fim. Já poucas são as pessoas que começam primeiro um namoro e só depois se envolvem. Agora é tudo mais a frente, numa de “vamos ver se a gente se entende”, e se calhar até nos entenderíamos se muitas vezes não complicássemos o que é fácil.

Falando do lado que mais conheço, nós mulheres tendemos sempre a criticar os homens quando se afastam sem mais nem menos. Dizemos que são todos iguais, só nos queriam para isto e para aquilo, quando na maior parte das vezes nunca sequer lhes dissemos o que queríamos nós daquela relação.

Quando os cafés e jantares se tornam em outro tipo de encontros simplesmente nos deixamos ir ao sabor do vento, que é como quem diz ao sabor da outra pessoa. E se não corre do nosso jeito? Criamos expectativas, ficamos a tentar entender sinais, a pensar que toda a atitude tem um outro significado, cobramos a falta de atenção, os amigos, as amigas… depois damos uma de duras e por vingança recusamos convites e afastamo-nos. Que direito temos nós de cobrar algo a alguém se nunca sequer mencionamos o que queríamos? Vale nos queixarmos se depois não for o que esperávamos? Não! 

E se calhar é por termos medo de falar que muita coisa não anda para a frente. Na primeira vez é tudo novo e só queremos a segunda, na segunda achamos que talvez ainda seja cedo e assim vem a terceira, a quarta e a vigésima quinta em que já não dizemos nada porque estamos envolvidas a fundo e temos medo que já não haja uma próxima!  E assim o tempo vai passando até o cansaço da indefinição nos atingir.

Por isso agora eu digo tudo, o que quero e espero e principalmente o que não quero. Se estivermos de acordo óptimo, se não, foi menos tempo que se perdeu. Claro que as coisas podem se complicar na mesma, mas ao menos tentamos. Ninguém cai no ridículo por dizer o que sente e como diz o ditado: “é a falar que a gente se entende”!



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